Resenha: | Invasora: A Convovação |

Editora: Novo Século
Autor: J.S Dalmolin
Número de páginas:345
Avaliação:

(Skoob)

 

Sinopse

 Sammy é apenas mais uma adolescente, entre tantas, que enfrenta a difícil crise da separação dos pais. Ela achava que a sua vida estava um verdadeiro caos, porém as coisas ficam ainda piores quando ela é atropelada e acorda no século XVI. No início pensou estar sonhando, depois achou que estava ficando completamente louca, mas percebeu que nada teria importância se o amor que descobriu sentir por Ian fosse correspondido. Contudo, esse amor está fadado ao fim, ela terá que retornar ao seu tempo se quiser continuar vivendo. Um envolvente romance onde as aparências enganam e o tempo também é um inimigo.


Resenha


Sammy é uma garota que ainda sofre com a separação de seus pais e, para completar, tem uma mãe que após o fim do relacionamento se torna relapsa no cuidado com as filhas, deixando algumas vezes essas responsabilidades com Sammy. Para piorar ainda mais, Sammy é atropelada e acorda no século XVI em alguma parte da Europa. Sem saber o que realmente aconteceu, ela acorda em outro mundo. Nesta outra dimensão, ela é achada por Ian, um rapaz que o que tem de misterioso tem de lindo. Quando as coisas pareciam está completamente fora de controle, há suspeitas de que Sammy possa ser uma assassina. Invasora possui uma leitura muito agradável e, a cada página o leitor tem uma surpresa diferente. Bruxas, vampiros e fantasmas permeiam cada página dessa magnífica obra. Em uma dimensão onde tudo é possível, e o amor de sua vida pode não ser quem você espera que seja, Dalmolin nos traz reflexões sobre a época mais turbulenta da nossa vida, a adolescência. Uma peculiaridade é a narração que alterna entre primeira pessoa, com foco em Sammy, e terceira pessoa, com foco em Ian. A cada página percebemos a criatividade abundante da escritora e, como era de se esperar, um final arrasador. 
 

Quote:

“Não sei porquê, mas passamos a estabelecer uma distância entre as pessoas, nos afastamos sem perceber de quem faz parte de nossa vida e nos tornamos apenas rostos em meio à multidão. Passamos a nos sentir sozinhos, apenas olhares ligeiramente reconhecíveis nos cercando.”

2 comentários:

mila disse...

linda resenha anderson, me fez relembrar este livro que eu adoreiiiii

beijoss
http://dailyofbooks.blogspot.com.br/

Jacqueline Braga disse...

Olá Anderson
gostei muito da resenha
Gosto de livros que alternam o narrador, assim eu consigo sentir uma interação maior com a história!!!
bjos

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